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Dei-me conta n
o antes de ter visitado meu barbeiro, a real extens
o do problema... Como tamb
o foram os meus cabelos grisalhos, j
avan
ados, que me perturbaram, mas sim, a conversa de deixar os
cabelos em p
que tive com o barbeiro. Est
vamos falando inocentemente sobre carreiras quando me perguntou:
um pastor, certo?
sua genial, mas pesada afirma
o inicial. J
o era meu antigo barbeiro.
, repliquei com certa precau
o. J
sentia que viria algo, mas pensei que minha pr
-qualifica
o ao conceito err
neo de pastores versus o sacerd
cio dos crist
os seria uma perda de tempo.
Opa, isto sim
um bom neg
cio
ganha-se muito dinheiro nisto n
Apesar de n
o ser crist
o, come
ou a citar v
rios tele-evangelistas que eram, atrav
s de sua pr
pria admiss
o (ou orgulho),
ricos
. Movendo-me e sentindo meu desconforto, ele avan
ou expondo-me uma l
dica historia que viu no canal, denominado
Evang
lico
. Realmente foi terr
vel. Ele enxergou tudo
Os proveitos (lucros) de Deus
, mascarando os
Profetas de Deus
. Claramente meu barbeiro n
o-salvo, n
o entendeu a historia por completo, mas ele viu algo e, se voc
quiser
Ele exp
s e envergonhou!
.
Neste artigo n
o exporei o
bvio que
mostrado na TV, como falei para o barbeiro, que aqueles que pregam e ensinam a
divindade para ganhar dinheiro
, perverteram o Evangelho. Ao contr
rio, quero apresentar igualmente um problema atual que
a quest
o de insistir que n
s, que estamos livres da lei, estamos debaixo da lei do d
zimo. Deixe-me iniciar com a pergunta b
sica que observamos de tempos em tempos
sendo esta,
zimo
para nossos dias atuais?
. Apresento-vos dois pontos: 1. N
o se discute se o crist
o deve ou n
o deve doar, mas sim, como deve doar, agora que esta debaixo da gra
a e livre da lei. 2. Nossa experi
ncia mostra que d
zimo
somente a ponta do Iceberg do legalismo. D
zimo
um assunto muito sens
vel e creio que a
nfase dada hoje em dia n
dizer que o d
zimo nos rouba de Deus. A insist
ncia de que o d
zimo deveria ser comutado na Nova Alian
a equilibra-se num escasso e fino fio. Argumenta-se que
zimo
para nossos dias, pois Abra
o [o pai de todos os que cr
em] pagou os d
zimos antes da lei
. A raz
o pela qual este assunto esta t
o precariamente balanceado
porque existe somente uma refer
ncia em toda a escritura da Nova Alian
a. O argumento racional para o d
zimo desenvolve-se algo em torno de: 1. Abra
o pai de todos os que cr
em; 2. Abra
o pagava os d
zimos; 3. Abra
o pagava os d
zimos antes de a lei ser introduzida; 4. D
zimo
antes da lei e portanto, aplic
vel. Em resposta apresentamos as seguintes observa
es: 1. Se Abra
o nos prov
m um paradigma para os d
zimos, ent
o podemos tamb
m assumir que o d
zimo
unicamente pago pelos despojos de guerra. 2. Se o argumento pr
-lei v
lida o d
zimo, porque as mesmas pessoas n
o argumentam, com a mesma dilig
ncia, que a circuncis
o deva ser um requisito para a Nova Alian
a? A primeira quest
o que quero abordar est
relacionada com nossa motiva
o para
doar
. O que segue poder
ser um coment
rio simples de meu cora
o e n
o representativo da comunidade crist
e espero que n
o o achem desnecessariamente c
nico. No entanto, minha experi
ncia mostra que a maioria dos crist
os d
por duas raz
es, sendo nenhuma delas honr
vel: 1. Seguro: Deus vai me pegar se n
o pagar 2. Investimento: Deus vai me aben
oar se eu pagar; Portanto dizemos que d
zimo, para muitos crist
os, se conscientemente ou inconscientemente, serve como pr
mio de seguro contra o fogo divino. Talvez esteja parodiando o ponto agora, mas parece que, para mim ao menos, estamos fazendo principalmente, por um lado, pagando Deus dinheiro de prote
o para nos deixar em paz, e de outro lado, estamos investindo no Reino a fim de maximizar os nossos retornos. Buscamos prote
o e/ou aumentar nossa base de ativos. O que na realidade fazemos
DOAR sem nenhuma expectativa de recompensa al
m da recompensa de doar. Ser
que o texto de Hebreus suporta o argumento para d
zimo? Mesmo a mais precipitada considera
o sobre Hebreus, p
e-nos em duvida sobre o argumento do d
zimo. Para come
ar o d
zimo de Abra
o para Melquizedeque denuncia um esp
rito fundamentalmente diferente
note que Abra
o recusou qualquer recompensa em retorno por Melquizedeque. Ele n
o queria nada e desta forma, a n
vel material, ele o fez de gra
a. Falando claramente, somos perturbados pela sugest
o promovida pelos
da lei, que doar poder
ser empregado com mecanismo de recebimento. Al
m do mais, somos intrigados que ningu
m, ao nosso conhecimento, nunca ensinou d
zimo sem a antecipa
o de receber em retorno. Como um homem satirizou,
Se a
nica garantia para doar fosse que se voc
der o d
zimo, voc
ter
10% a menos do que voc
tinha antes, ser
que voc
daria?
. Existem poucos vers
culos que n
o poderiam estar mais mal interpretados do que estes: Malaquias 3:8-10
Roubar
o homem a Deus? Todavia v
s me roubais, e dizeis: Em que te roubamos? Nos d
zimos e nas ofertas. Com maldi
o sois amaldi
oados, porque a mim me roubais, sim, toda esta na
o. Trazei todos os d
zimos
casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o SENHOR dos Ex
rcitos, se eu n
o vos abrir as janelas do c
u, e n
o derramar sobre v
s uma b
o tal at
que n
o haja lugar suficiente para a recolherdes.
A Resposta
Malaquias Como toda a escritura, o livro deve ser visto em seu contexto e cen
rio hist
rico-cultural : 1. Para quem Malaquias estava falando? 2. Pode voc
pensar em algum vers
culo nas escrituras que esteja endere
ado a voc
, crist
o, como filho de Jac
? 3. Em qual Alian
a estava Deus falando a Israel
a Velha ou a Nova? 4. Verdadeiro ou Falso
Na Nova Alian
a, Deus vai te amaldi
oar se voc
o dizimar. 5. N
o discutimos de que Malaquias 3 foi inspirado. Simplesmente dizemos que os leitores interpretem esta e todas as passagens da Velha Alian
a atrav
s da lente da Nova Alian
a. N
o podemos enfatizar t
o veemente a import
ncia de interpretar as escrituras em seu contexto. Com a simples dilig
ncia de come
ar o texto lendo os dois vers
culos anteriores, podemos observar como a percep
o altera-se dramaticamente. Por exemplo, no Novo Testamento, existe um vers
culo que todo o crist
o conhece
na carta de Paulo aos Filipenses ele escreve,
...operai a vossa salva
o com temor e tremor
. Posso imaginar que a maioria dos crist
os est
familiarizada com este vers
culo, mas poucos completam a frase...
Porque Deus
o que opera em v
s tanto o querer como o efetuar
. [Filipenses 2:12-13]
Agora,
verdade que temos que nos precaver de colocar os vers
culos em seu contexto e torna-se imperativo que posicionemos o texto em seu contexto hist
rico-cultural. A fim de entender os vers
culos atrav
s da luz adequada, devemos nos perguntar
Sob qual Alian
a foi escrito Malaquias, a Velha ou Nova? Claramente Malaquias situa-se tanto no Velho Testamento como na Velha Alian
a. Portanto, qualquer exposi
o e tentativa de aplica
o contempor
nea, devem tomar isto em conta. Ao contrario da Nova Alian
a, onde somos um
Sacerd
cio de Crentes
, na Velha Alian
a existia a
Classe-Sacerdotal
uma tribo espec
fica designada como sacerdotes, e esta era a tribo de Levi. O sacerd
cio lev
tico, como conhecido,
a preocupa
o da passagem de Malaquias. A abordagem do argumento de Hebreus
que o sacerd
cio de Jesus
melhor que o sacerd
cio lev
tico, sendo que o autor de Hebreus insiste que: 1. O sacerd
cio lev
tico era inferior ao sacerd
cio de Melquizedeque; 2. A ordem lev
tica
superada e substitu
da pela nova ordem e se tornou redundante. Debaixo agora do sistema lev
tico redundante, os sacerdotes atuavam como representantes
s pessoas e serviam como mediadores entre eles e Deus. Apesar de terem privil
gios sacerdotais, um Levita n
o tinha nenhum conforto como conhecido no mundo. Por exemplo, ele n
o tinha nem sal
rio, nem propriedades. Um levita n
o tinha meios de sustento independente de forma alguma. Al
m do mais, quando Jac
dividiu as heran
as de Israel, n
o houve nem sequer uma destina
o de verbas para Levi. Nestas circunst
ncias, as outras onze tribos supriam as necessidades do dia-a-dia dos levitas. Era se assim interpretarmos, um Quid Pro Quo da Velha Alian
o fato das outras onze tribos n
o serem autorizadas a ministrar ao Senhor, abrandava-se pelo fato dos levitas n
o serem autorizados a trabalhar. A solu
o era inteiramente pr
tica e pragm
tica. Cada tribo seria respons
vel a trazer ao dep
sito central um d
cimo do que produziam para suprir as necessidades do dia-a-dia deles. A passagem de Malaquias
uma repreens
o para aqueles que retinham este suporte e desta forma comprometiam todo o sistema. Sou da opini
o de que d
zimo
uma das coisas na b
blia que s
blicas
, mas n
o crist
s. Admito firmemente que para alguns, isto n
o passa de uma p
lula amarga, mas toma-se mesmo assim, sabendo que circuncis
claramente b
blico, mas n
o visto como crist
o. O mesmo pode ser dito sobre a poligamia. Minha obje
o fundamental
que aqueles que sustentam veemente que devemos dar o d
zimo como os israelitas, os mesmos n
o vivem como os levitas. Adicionalmente, se o d
zimo corresponde a uma pr
tica da Nova Alian
a, porque ser
que Paulo n
o menciona isto, em suas passagens em que fala profundamente sobre doa
o? Creio que n
o seja suficiente argumentar pelo sil
ncio, que d
zimo seja um conceito b
sico para a vida crist
. De acordo, levanto as seguintes obje
es: 1. O sacerd
cio lev
tico pertence
Velha Alian
a, j
obsoleta; 2. O livro de Hebreus argumenta que Jesus e sua Alian
o superiores a Mois
s e sua Alian
a; 3. O ponto b
sico a notar,
que n
o foi Abra
o que pagou o d
zimo, mas sim Levi. Seu prop
sito em fazer isto levanta a seguinte quest
Qual sacerd
cio
maior, o que pagava o d
zimo ou aquele que recebia o d
zimo?
; 4. Hebreus confirma que houve uma mudan
a no sacerd
cio e uma mudan
a na lei; 5. Na Nova Alian
o existe um of
cio denominado Sacerdote, mas n
s somos o sacerd
cio real, sacerdote e pastor n
o termos que podem ser trocados; 6. O Ap. Paulo n
o somente se sustentava, mas tamb
m sustentava outros. Ocorreu-me recentemente que em 14 anos no pentecostalismo que nunca levei ningu
m para a igreja, quando fazia parte do minist
rio. Em reflex
o, uma das raz
es centrais para isto, era que me envergonhava pelo modo que
amos
dinheiro. A igreja, por causa da forma de pedir e doar alienou v
rios crist
os. Qu
o tr
gico quando algu
m considera ser maravilhoso dar com alegria. O Ap. Paulo nos afirma,
Mais bem-aventurada coisa
dar do que receber
[Atos 20:35]. O que ele n
o disse foi melhor dar para receber. A insist
ncia no d
zimo, como pr
tica, teve o efeito de ocultar o verdadeiro valor tipol
gico do d
zimo.
aceito que muitas coisas no Velho Testamento s
tipifica
, ou
sombras
das coisas no Novo Testamento. Essas
tipifica
encontram suas concretiza
es na Nova Alian
a e o d
zimo
um excelente exemplo. Minha suspeita de que o d
zimo nada mais
que uma
tipifica
, pois na Velha Alian
a, era visto como primeiro fruto. Como o d
zimo sendo o
primeiro fruto
tipifica
na realidade o crist
o. Na Nova Alian
a, o crist
o d
zimo. Em efeito, n
que o crist
o paga o d
zimo, mas o crist
o d
zimo, e isto p
e em discuss
o se devemos dizimar do
quido ou do bruto
. Rendi
o completa ou abandonamento significa que fomos
dizimados
100%. No Velho Testamento, o d
zimo era a por
o separada para Deus. Podemos ver na Nova Alian
a que a palavra
santificado
, significa
separado
. Portanto, somos a por
o separada. Esta id
ia parece ser coerente com o ensinamento de Paulo em II Cor
ntios 8, o
nico ensinamento sobre doa
o nas escritas Paulinas. Nele, ele faz um coment
rio esclarecedor. Paulo falava sobre as pessoas de Maced
nia que, apesar de afli
es severas e car
ncias cr
nicas, davam de forma livre: 1. Davam com alegria [v.2] 2. Davam voluntariamente [v.3] 3. Davam sacrificialmente [v.2] 4. Davam al
m de seus poderes [v.3, v.10] 5. Davam de seu livre-arb
trio [v.3] 6. Implorava Paulo a autoriz
-los a dar aos santos [v.4.] O que os motivava a dar desta forma t
o irrespons
vel? O Ap Paulo falou aos Cor
ntios em II Conr
ntios 8:5
o somente fizeram como n
s esper
vamos, mas a si mesmos se deram primeiramente ao SENHOR, e depois a n
s, pela vontade de Deus
.
correto afirmar que o crist
o cumprimento do d
zimo da Velha Alian
a, ser
que ent
o pode ser que o crist
o esta
roubando
Deus retendo o d
zimo, querendo dizer, retendo eles mesmos? II Conr
ntios 9:6-11
E digo isto: Que o que semeia pouco, pouco tamb
m ceifar
; e o que semeia em abund
ncia, em abund
ncia ceifar
. Cada um contribua segundo prop
s no seu cora
o; n
o com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que d
com alegria. E Deus
poderoso para fazer abundar em v
s toda a gra
a, a fim de que tendo sempre, em tudo, toda a sufici
ncia, abundeis em toda a boa obra; Conforme est
escrito: Espalhou, deu aos pobres; A sua justi
a permanece para sempre. Ora, aquele que d
a semente ao que semeia, tamb
m vos d
o para comer, e multiplique a vossa sementeira, e aumente os frutos da vossa justi
a; Para que em tudo enrique
ais para toda a benefic
ncia, a qual faz que por n
s se d
em gra
as a Deus. Princ
pios para Doar
1. Somente d
se o Senhor orientar; 2. O que semeia pouco, pouco tamb
m ceifar
; e o que semeia em abund
ncia, em abund
ncia ceifar
; 3. Cada um contribua segundo prop
s na sua mente; 4. O doar nunca deve ser feito relutantemente ou por imposi
o, compuls
o; 5. Deus ama quem da com alegria [hilariante]; 6. N
mais do que voc
possa dar hilariantemente; 7. Quando voc
da com alegria, Deus far
toda a gra
a abundar; 8. Doadores hilariantes nunca carecem de motivos para continuar dando com alegria, hilariamentemente; 9. O que voc
tem foi dado a voc
de gra
a; 10. Deus
aquele que fornece semente ao semeador e p
o para comida; 11. A raz
o pela qual Ele multiplica sua semente
para capacit
-lo a semear (e n
o ajuntar) e aumentar a sua colheita de justi
a; 12. Se voc
desta maneira, voc
ser
enriquecido de toda forma pela sua generosidade, que, atrav
s de n
s, resultar
em ac
es de gra
a a Deus. Meu cora
o espera ver
Doadores alegres, hilariantes
, substituindo o suborno (coer
o espiritual). Perdi a conta das pessoas que foram instru
das a
semearem
para saldar as d
vidas, e doarem aquilo que n
o precisam
receber
e, de nenhum modo, necessitam. Deixemos as
ltimas palavras sobre o assunto para Jesus (geralmente uma boa id
ia).
Por que transgredis v
s, tamb
m, o mandamento de Deus pela vossa tradi
o? Porque Deus ordenou, dizendo: HONRA A TEU PAI E A TUA M
E; E: QUEM MALDISSER AO PAI OU
E, CERTAMENTE MORRER
.
Mas v
s dizeis: Qualquer que disser ao pai ou
oferta ao Senhor o que poderias aproveitar de mim; esse n
o precisa honrar nem a seu pai nem a sua m
e, e assim invalidastes, pela vossa tradi
o, o mandamento de Deus.
[Mateus 15:3-7]
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