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Sep 22 2006
A Controv rsia do D zimo PDF Print E-mail
Written by Paul Anderson-Walsh   
Friday, 22 September 2006

Dei-me conta n o antes de ter visitado meu barbeiro, a real extens o do problema... Como tamb o foram os meus cabelos grisalhos, j avan ados, que me perturbaram, mas sim, a conversa de deixar os cabelos em p que tive com o barbeiro. Est vamos falando inocentemente sobre carreiras quando me perguntou: um pastor, certo? sua genial, mas pesada afirma o inicial. J o era meu antigo barbeiro. , repliquei com certa precau o. J sentia que viria algo, mas pensei que minha pr -qualifica o ao conceito err neo de pastores versus o sacerd cio dos crist os seria uma perda de tempo. Opa, isto sim um bom neg cio ganha-se muito dinheiro nisto n Apesar de n o ser crist o, come ou a citar v rios tele-evangelistas que eram, atrav s de sua pr pria admiss o (ou orgulho), ricos . Movendo-me e sentindo meu desconforto, ele avan ou expondo-me uma l dica historia que viu no canal, denominado Evang lico . Realmente foi terr vel. Ele enxergou tudo Os proveitos (lucros) de Deus , mascarando os Profetas de Deus . Claramente meu barbeiro n o-salvo, n o entendeu a historia por completo, mas ele viu algo e, se voc quiser Ele exp s e envergonhou! .

Neste artigo n o exporei o bvio que mostrado na TV, como falei para o barbeiro, que aqueles que pregam e ensinam a divindade para ganhar dinheiro , perverteram o Evangelho. Ao contr rio, quero apresentar igualmente um problema atual que a quest o de insistir que n s, que estamos livres da lei, estamos debaixo da lei do d zimo. 

Deixe-me iniciar com a pergunta b sica que observamos de tempos em tempos sendo esta, zimo para nossos dias atuais? . Apresento-vos dois pontos:
 

1. N o se discute se o crist o deve ou n o deve doar, mas sim, como deve doar, agora que esta debaixo da gra a e livre da lei.

2. Nossa experi ncia mostra que d zimo somente a ponta do Iceberg do legalismo.

D zimo um assunto muito sens vel e creio que a nfase dada hoje em dia n dizer que o d zimo nos rouba de Deus. A insist ncia de que o d zimo deveria ser comutado na Nova Alian a equilibra-se num escasso e fino fio. Argumenta-se que zimo para nossos dias, pois Abra o [o pai de todos os que cr em] pagou os d zimos antes da lei . A raz o pela qual este assunto esta t o precariamente balanceado porque existe somente uma refer ncia em toda a escritura da Nova Alian a.

O argumento racional para o d zimo desenvolve-se algo em torno de:
1. Abra o pai de todos os que cr em;
2. Abra o pagava os d zimos;
3. Abra o pagava os d zimos antes de a lei ser introduzida;
4. D zimo antes da lei e portanto, aplic vel.

Em resposta apresentamos as seguintes observa es:

1. Se Abra o nos prov m um paradigma para os d zimos, ent o podemos tamb m assumir que o d zimo unicamente pago pelos despojos de guerra.

2. Se o argumento pr -lei v lida o d zimo, porque as mesmas pessoas n o argumentam, com a mesma dilig ncia, que a circuncis o deva ser um requisito para a Nova Alian a?

A primeira quest o que quero abordar est relacionada com nossa motiva o para doar . O que segue poder ser um coment rio simples de meu cora o e n o representativo da comunidade crist e espero que n o o achem desnecessariamente c nico. No entanto, minha experi ncia mostra que a maioria dos crist os d por duas raz es, sendo nenhuma delas honr vel:

1. Seguro: Deus vai me pegar se n o pagar
2. Investimento: Deus vai me aben oar se eu pagar;

Portanto dizemos que d zimo, para muitos crist os, se conscientemente ou inconscientemente, serve como pr mio de seguro contra o fogo divino.

Talvez esteja parodiando o ponto agora, mas parece que, para mim ao menos, estamos fazendo principalmente, por um lado, pagando Deus dinheiro de prote o para nos deixar em paz, e de outro lado, estamos investindo no Reino a fim de maximizar os nossos retornos. Buscamos prote o e/ou aumentar nossa base de ativos. O que na realidade fazemos DOAR sem nenhuma expectativa de recompensa al m da recompensa de doar.

Ser que o texto de Hebreus suporta o argumento para d zimo?

Mesmo a mais precipitada considera o sobre Hebreus, p e-nos em duvida sobre o argumento do d zimo. Para come ar o d zimo de Abra o para Melquizedeque denuncia um esp rito fundamentalmente diferente note que Abra o recusou qualquer recompensa em retorno por Melquizedeque. Ele n o queria nada e desta forma, a n vel material, ele o fez de gra a. Falando claramente, somos perturbados pela sugest o promovida pelos da lei, que doar poder ser empregado com mecanismo de recebimento. Al m do mais, somos intrigados que ningu m, ao nosso conhecimento, nunca ensinou d zimo sem a antecipa o de receber em retorno. Como um homem satirizou, Se a nica garantia para doar fosse que se voc der o d zimo, voc ter 10% a menos do que voc tinha antes, ser que voc daria? .


Existem poucos vers culos que n o poderiam estar mais mal interpretados do que estes: Malaquias 3:8-10


Roubar o homem a Deus? Todavia v s me roubais, e dizeis: Em que te roubamos? Nos d zimos e nas ofertas. Com maldi o sois amaldi oados, porque a mim me roubais, sim, toda esta na o. Trazei todos os d zimos casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o SENHOR dos Ex rcitos, se eu n o vos abrir as janelas do c u, e n o derramar sobre v s uma b o tal at que n o haja lugar suficiente para a recolherdes.

A Resposta Malaquias

Como toda a escritura, o livro deve ser visto em seu contexto e cen rio hist rico-cultural :
1. Para quem Malaquias estava falando?

2. Pode voc pensar em algum vers culo nas escrituras que esteja endere ado a voc , crist o, como filho de Jac ?

3. Em qual Alian a estava Deus falando a Israel a Velha ou a Nova?

4. Verdadeiro ou Falso Na Nova Alian a, Deus vai te amaldi oar se voc o dizimar.

5. N o discutimos de que Malaquias 3 foi inspirado. Simplesmente dizemos que os leitores interpretem esta e todas as passagens da Velha Alian a atrav s da lente da Nova Alian a.


N o podemos enfatizar t o veemente a import ncia de interpretar as escrituras em seu contexto. Com a simples dilig ncia de come ar o texto lendo os dois vers culos anteriores, podemos observar como a percep o altera-se dramaticamente. Por exemplo, no Novo Testamento, existe um vers culo que todo o crist o conhece na carta de Paulo aos Filipenses ele escreve, ...operai a vossa salva o com temor e tremor . Posso imaginar que a maioria dos crist os est familiarizada com este vers culo, mas poucos completam a frase... Porque Deus o que opera em v s tanto o querer como o efetuar . [Filipenses 2:12-13]

Agora, verdade que temos que nos precaver de colocar os vers culos em seu contexto e torna-se imperativo que posicionemos o texto em seu contexto hist rico-cultural. A fim de entender os vers culos atrav s da luz adequada, devemos nos perguntar Sob qual Alian a foi escrito Malaquias, a Velha ou Nova? Claramente Malaquias situa-se tanto no Velho Testamento como na Velha Alian a. Portanto, qualquer exposi o e tentativa de aplica o contempor nea, devem tomar isto em conta.

Ao contrario da Nova Alian a, onde somos um Sacerd cio de Crentes , na Velha Alian a existia a Classe-Sacerdotal uma tribo espec fica designada como sacerdotes, e esta era a tribo de Levi. O sacerd cio lev tico, como conhecido, a preocupa o da passagem de Malaquias. A abordagem do argumento de Hebreus que o sacerd cio de Jesus melhor que o sacerd cio lev tico, sendo que o autor de Hebreus insiste que:

1. O sacerd cio lev tico era inferior ao sacerd cio de Melquizedeque;
2. A ordem lev tica superada e substitu da pela nova ordem e se tornou redundante.

Debaixo agora do sistema lev tico redundante, os sacerdotes atuavam como representantes s pessoas e serviam como mediadores entre eles e Deus. Apesar de terem privil gios sacerdotais, um Levita n o tinha nenhum conforto como conhecido no mundo. Por exemplo, ele n o tinha nem sal rio, nem propriedades. Um levita n o tinha meios de sustento independente de forma alguma. Al m do mais, quando Jac dividiu as heran as de Israel, n o houve nem sequer uma destina o de verbas para Levi. Nestas circunst ncias, as outras onze tribos supriam as necessidades do dia-a-dia dos levitas. Era se assim interpretarmos, um Quid Pro Quo da Velha Alian o fato das outras onze tribos n o serem autorizadas a ministrar ao Senhor, abrandava-se pelo fato dos levitas n o serem autorizados a trabalhar.

A solu o era inteiramente pr tica e pragm tica. Cada tribo seria respons vel a trazer ao dep sito central um d cimo do que produziam para suprir as necessidades do dia-a-dia deles. A passagem de Malaquias uma repreens o para aqueles que retinham este suporte e desta forma comprometiam todo o sistema.

Sou da opini o de que d zimo uma das coisas na b blia que s blicas , mas n o crist s. Admito firmemente que para alguns, isto n o passa de uma p lula amarga, mas toma-se mesmo assim, sabendo que circuncis claramente b blico, mas n o visto como crist o. O mesmo pode ser dito sobre a poligamia. Minha obje o fundamental que aqueles que sustentam veemente que devemos dar o d zimo como os israelitas, os mesmos n o vivem como os levitas.

Adicionalmente, se o d zimo corresponde a uma pr tica da Nova Alian a, porque ser que Paulo n o menciona isto, em suas passagens em que fala profundamente sobre doa o? Creio que n o seja suficiente argumentar pelo sil ncio, que d zimo seja um conceito b sico para a vida crist . De acordo, levanto as seguintes obje es:

1. O sacerd cio lev tico pertence Velha Alian a, j obsoleta;

2. O livro de Hebreus argumenta que Jesus e sua Alian o superiores a Mois s e sua Alian a;

3. O ponto b sico a notar, que n o foi Abra o que pagou o d zimo, mas sim Levi. Seu prop sito em fazer isto levanta a seguinte quest Qual sacerd cio maior, o que pagava o d zimo ou aquele que recebia o d zimo? ;

4. Hebreus confirma que houve uma mudan a no sacerd cio e uma mudan a na lei;

5. Na Nova Alian o existe um of cio denominado Sacerdote, mas n s somos o sacerd cio real, sacerdote e pastor n o termos que podem ser trocados;

6. O Ap. Paulo n o somente se sustentava, mas tamb m sustentava outros.

Ocorreu-me recentemente que em 14 anos no pentecostalismo que nunca levei ningu m para a igreja, quando fazia parte do minist rio. Em reflex o, uma das raz es centrais para isto, era que me envergonhava pelo modo que amos dinheiro. A igreja, por causa da forma de pedir e doar alienou v rios crist os. Qu o tr gico quando algu m considera ser maravilhoso dar com alegria. O Ap. Paulo nos afirma, Mais bem-aventurada coisa dar do que receber [Atos 20:35]. O que ele n o disse foi melhor dar para receber.

A insist ncia no d zimo, como pr tica, teve o efeito de ocultar o verdadeiro valor tipol gico do d zimo. aceito que muitas coisas no Velho Testamento s tipifica , ou sombras das coisas no Novo Testamento. Essas tipifica encontram suas concretiza es na Nova Alian a e o d zimo um excelente exemplo. Minha suspeita de que o d zimo nada mais que uma tipifica , pois na Velha Alian a, era visto como primeiro fruto. Como o d zimo sendo o primeiro fruto tipifica na realidade o crist o. Na Nova Alian a, o crist o d zimo. Em efeito, n que o crist o paga o d zimo, mas o crist o d zimo, e isto p e em discuss o se devemos dizimar do quido ou do bruto . Rendi o completa ou abandonamento significa que fomos dizimados 100%.

No Velho Testamento, o d zimo era a por o separada para Deus. Podemos ver na Nova Alian a que a palavra santificado , significa separado . Portanto, somos a por o separada.

Esta id ia parece ser coerente com o ensinamento de Paulo em II Cor ntios 8, o nico ensinamento sobre doa o nas escritas Paulinas. Nele, ele faz um coment rio esclarecedor. Paulo falava sobre as pessoas de Maced nia que, apesar de afli es severas e car ncias cr nicas, davam de forma livre:

1. Davam com alegria [v.2]
2. Davam voluntariamente [v.3]
3. Davam sacrificialmente [v.2]
4. Davam al m de seus poderes [v.3, v.10]
5. Davam de seu livre-arb trio [v.3]
6. Implorava Paulo a autoriz -los a dar aos santos [v.4.]

O que os motivava a dar desta forma t o irrespons vel? O Ap Paulo falou aos Cor ntios em II Conr ntios 8:5
  o somente fizeram como n s esper vamos, mas a si mesmos se deram primeiramente ao SENHOR, e depois a n s, pela vontade de Deus .

correto afirmar que o crist o cumprimento do d zimo da Velha Alian a, ser que ent o pode ser que o crist o esta roubando Deus retendo o d zimo, querendo dizer, retendo eles mesmos?


II Conr ntios 9:6-11

E digo isto: Que o que semeia pouco, pouco tamb m ceifar ; e o que semeia em abund ncia, em abund ncia ceifar . Cada um contribua segundo prop s no seu cora o; n o com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que d com alegria. E Deus poderoso para fazer abundar em v s toda a gra a, a fim de que tendo sempre, em tudo, toda a sufici ncia, abundeis em toda a boa obra; Conforme est escrito:
Espalhou, deu aos pobres; A sua justi a permanece para sempre.

Ora, aquele que d a semente ao que semeia, tamb m vos d o para comer, e multiplique a vossa sementeira, e aumente os frutos da vossa justi a; Para que em tudo enrique ais para toda a benefic ncia, a qual faz que por n s se d em gra as a Deus.

 


Princ pios para Doar

1. Somente d se o Senhor orientar;
2. O que semeia pouco, pouco tamb m ceifar ; e o que semeia em abund ncia, em abund ncia ceifar ;
3. Cada um contribua segundo prop s na sua mente;
4. O doar nunca deve ser feito relutantemente ou por imposi o, compuls o;
5. Deus ama quem da com alegria [hilariante];
6. N mais do que voc possa dar hilariantemente;
7. Quando voc da com alegria, Deus far toda a gra a abundar;
8. Doadores hilariantes nunca carecem de motivos para continuar dando com alegria, hilariamentemente;
9. O que voc tem foi dado a voc de gra a;
10. Deus aquele que fornece semente ao semeador e p o para comida;
11. A raz o pela qual Ele multiplica sua semente para capacit -lo a semear (e n o ajuntar) e aumentar a sua colheita de justi a;
12. Se voc desta maneira, voc ser enriquecido de toda forma pela sua generosidade, que, atrav s de n s, resultar em ac es de gra a a Deus.
 


Meu cora o espera ver Doadores alegres, hilariantes , substituindo o suborno (coer o espiritual). Perdi a conta das pessoas que foram instru das a semearem para saldar as d vidas, e doarem aquilo que n o precisam receber e, de nenhum modo, necessitam. Deixemos as ltimas palavras sobre o assunto para Jesus (geralmente uma boa id ia).


Por que transgredis v s, tamb m, o mandamento de Deus pela vossa tradi o? Porque Deus ordenou, dizendo: HONRA A TEU PAI E A TUA M E; E: QUEM MALDISSER AO PAI OU E, CERTAMENTE MORRER .

Mas v s dizeis: Qualquer que disser ao pai ou oferta ao Senhor o que poderias aproveitar de mim; esse n o precisa honrar nem a seu pai nem a sua m e, e assim invalidastes, pela vossa tradi o, o mandamento de Deus.
[Mateus 15:3-7]



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