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Uma breve introdu
o que define a mensagem principal da salva
o, sendo esta, o acolhimento da Vida Divina. O excepcional artigo de Patterson Joseph
O Programa de Testemunhas
The Witness Program`, enaltece algumas id
ias, assim como levanta quest
es fundamentais. Primeiramente: Ser
que Deus me aceita? E se assim for, de que forma ele me aceita? At
que esta quest
o seja resolvida, o descanso mencionado no cap
tulo 4 do livro de Hebreus, torna-se uma mera ilus
o. Nosso entendimento a respeito da aceita
o deve ser igual ao de Deus. A B
blia
muito clara, n
s somos aceitos pelo Pai em Cristo [Ef. 1:6] Indiscutivelmente, a express
o de Paulo
Em Cristo
, aparecendo 126 vezes no NT, corresponde a um
profundo mist
(Col 1:27). No entanto, esta
a chave para, n
o somente testemunhar, como tamb
m expressa porque Tyndale descreve o evangelho como
a Boa e Alegre Nova que faz o homem pular de Gozo
A Aceita
o baseia-se em um princ
pio: PERFEI
O [Mtt 5:48]. Perfei
o de quem? N
o a nossa, mas dEle. Salienta-se de que n
o somos n
s que estamos em Cristo, mas Cristo em n
s. Ele nos aperfei
oou para sempre [Hb 10:14], Ele
a nossa vida [Col 3:4] e a nossa justi
a [2 Cor 5:21]. Jesus n
o viveu a vida dEle para n
s, Ele a viveu
como
s. Ele morreu por n
s para que Ele pudesse viver em n
s agora. Conseqüentemente quando o Pai nos v
, Ele O v
, [Jo 14:20].
Mesmo aqueles que almejam descansar no Amor de Deus possuem uma certa tend
ncia em acreditar que Deus as aceitaria se fossem semelhantes a X, Y ou Z. Este dilema
refor
ado em muitos de nossos discipulados, os quais ditam aquilo que podemos, n
o podemos e dever
amos fazer, ao inv
s de mostrar QUEM N
S SOMOS!
Infelizmente, esta teoria de menos-que-Cristo corresponde ao resultado do evangelho menos-que-Cristo, onde a salva
o se resume somente no perd
o de nossos pecados. Grande parte de nossos apelos evangel
sticos perpetua este mal-entendimento, ou mal-entendido. Se assim fosse, a salva
o seria universal, pois Cristo morreu pelos pecados de toda humanidade [Jo 3:16; 1 Jo 2:2], no entanto nem todos s
o salvos. A salva
o corresponde em ter os pecados perdoados, mas sim receber a Vida dEle [Jo 10:10].
Crist
os n
o representam pessoas que mudam suas vidas atrav
s da ajuda de Deus, mas sim pessoas sobrenaturais que trocaram sua vida pela dEle, atrav
s da gra
a de Deus. N
s somos salvos, portanto, n
o por sua morte, mas por sua vida [Rm 5:10]. N
o podemos ter um sem o outro, mas
imperativo n
o confundirmos estes conceitos. Sua morte foi o pre
mbulo para recebermos Sua vida, que
dEle e para Ele.
Qu
o remota esta id
ia da Vida Crist
na qual somos pressionados a dar bons testemunhos, por
m nos perguntamos porque obtemos resultados t
o mesquinhos. De fato, podemos perceber que existem dois grupos distintos na terra, aqueles que vivem a vida que n
o tem, e aqueles tem a vida e n
o a vivem.
Nisto, n
nada atrativo entre estes conceitos para as pessoas que se perguntam,
Porque dever
amos ir
igreja, a qual parece estar nos matando?
A n
o ser que, substituindo-se religi
o por relacionamento, Cristianismo por Cristo, n
nada atrativo e abundante na religi
o, al
m do intermin
vel t
dio e eterna ansiedade.
Mas aqui vai meu apelo, de ver o surgimento de um terceiro grupo de pessoas que se
consideram mortas
[Rm 6:11], sabendo que o
Viver
Cristo
[Fl 1:21] e
Cristo
a nossa Vida
[Col 3:4]. Afinal, a grande comiss
o diz:
testemunho
, mas sim
Sejam o testemunho
.
Por 20 anos trabalhando em vendas & marketing, aprendi algo: N
o se pode vender coisa alguma para algu
m, mas o que podemos fazer
despertar neles o desejo de comprar. Se pud
ssemos deixar Cristo viver a vida dEle em n
s, poder
amos nos tornar participantes inconscientes de um verdadeiro
Programa de Testemunhas
, despertando in
meras pessoas a desejarem
Obter a Vida
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