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Minority Report Rm 8:39 Baseado nos ensinamentos intitulados
os e Salvos
Quando o Senhor despertou a id
ia do Projeto Gra
a (The Grace Project) em mim, Ele me deu uma linha inicial,
Fortalecimento atrav
s de Seguran
. Mais recentemente, esta id
ia se tornou,
Descubra quem voc
realmente
. Mesmo assim, a seguran
a permanece como um fundamento b
sico do projeto, a qual torna-se pe
a essencial para uma vida crist
sadia. Infelizmente, este conceito de seguran
a incondicional, imut
vel e inabal
vel, mant
m-se como Minority Report (Relat
rio Secreto) entre os evang
licos, onde a mensagem de inseguran
a faz-se presente. Por inseguran
a entendemos que existem aqueles (a maioria dos crist
os) que acreditam que seja poss
vel perder a salva
o. Diante desta quest
o, muitos crist
os n
o enxergam nenhum tipo de contradi
o ao Amor
gape de Deus, descrito na B
blia. Charles Stanley discute esta id
ia com certa firmeza onde diz:
Se minha infidelidade ou inseguran
a pesa sobre a minha salva
o e de certo, meu relacionamento com Deus, ent
o ainda se torna correto chamar o Amor de Deus de incondicional? Se a santidade de Deus exige algo em troca daqueles que Ele ama, ent
o esta santidade torna Deus incapaz de amar incondicionalmente. Se Santidade
condicional, ent
o seu Amor n
incondicional. Se Sua natureza se desassocia com certos tipos de pessoas, ent
o esta natureza O impede de amar incondicionalmente
. N
s cremos que a paz, a seguran
a e liberdade do medo de castigo correspondem a direitos irrevog
veis de todos os crist
os. No entanto, estes direitos s
o deturpados por uma vis
o empobrecida da salva
o entre in
meros pastores e mestres do Novo Testamento. Algum tempo atr
s, quando liderei uma reuni
o com alguns l
deres evang
licos, fiz a seguinte pergunta,
O que
um crist
. As respostas que seguiram destes l
deres estavam baseadas fundamentalmente na ess
ncia sobre aquilo que os crist
os fazem, ao contr
rio daquilo que realmente s
o. Quando analisamos sobre a
tica do comportamento ou performance, torna-se f
cil pensar que mal-comportamento ou baixa performance poder
resultar em perda de posi
o ou categoria. Qu
o justo
voc
? Em outros artigos exploramos o objeto da justi
a, e esta pergunta torna-se pertinente para a quest
o de Seguran
a Eterna, ou seja,
o justo
voc
Se voc
esta lendo este artigo e for um crist
o, ent
o voc
justo como Jesus (II Cor 5:21). N
uma justi
a automerecida, mas uma Cristo-justi
a. Salva
o representa a participa
o eterna na vida substitu
da por Jesus, como dom incondicional de Deus (Ef 2:8b), isto
, a transfer
ncia da natureza pecaminosa para a natureza de Cristo (Ef 2:3; II Ped 1:2). Por esta premissa podemos dizer categoricamente, que seria imposs
vel concluir a salva
o como sendo condicional, essencialmente mediante a afirma
o de Paulo:
Esta
a minha alian
a com eles, quando eu tirar os seus pecados
(Rm 11:27). E para tirar qualquer d
vida, Paulo ainda afirma na mesma carta que o dom gratuito de Deus
a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor (Rm 6:23).
Mesmo assim, domingo ap
s domingo, crist
os colocam em cheque esta verdade imut
vel.
Ele me ama, Ele n
o me ama (bem me quer, mal me quer)
, corresponde ao mantra comum dos evang
licos. N
s discutimos que, enquanto o crist
o souber que ele ou ela esta salvo, este n
o pode ser s
Justificados, pois, mediante a f
, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo
(Rm 5:1). Paz representa aus
ncia de incerteza. Onde h
incerteza, h
medo, e onde h
medo, uma pessoa n
o pode ser aperfei
oada em amor. O Amor Perfeito livra todo medo, pois o medo faz refer
ncia a castigo (I Jo 4:18)
e esta
a verdade mais relevante da nova alian
a que
Agora, pois, j
nenhuma condena
para os que est
o em Cristo Jesus. Porque a lei do Esp
rito da vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei do pecado e da morte
(Roms 8:1-2). Por que ent
o muitos ainda vivem sob condena
o? A resposta esta em um dos mais espertos truques sat
nicos. Muito astuta foi a serpente em alcan
ar este
truque imposs
. Satan
s fez com que o perdido se colocasse numa posi
o de falsa seguran
a e o salvo numa posi
o de falsa inseguran
a. Em ambos os casos, podemos observar o conceito de
autojusti
. Para o perdido que desconhece totalmente qualquer padr
o de justi
a de Deus (Mt 5:48), o apelo sat
nico enaltece,
o possui maldade alguma
. E para o salvo, que possui entendimento da justi
a de Deus, Satan
s diz,
bom o suficiente
. Portanto, com muita ast
cia, ele
capaz de convencer o perdido que Deus
misericordioso a ponto de dizer que talvez ele n
o seja bom o suficiente para ir ao c
u, mas tamb
ruim a ponto de ir ao inferno. Assim, satan
s conclui que
necess
rio fazer algo, afinal de contas
Ele te fez como voc
.
Voltando-se ent
o ao crist
o a velha serpente afirma o inverso:
pode n
o ser mal a ponto de ir ao inferno, mas ser
que voc
bom o suficiente para ir para o c
E o conselho sat
nico segue:
a algo, existem coisas que voc
precisa fazer para se tornar semelhante a Deus e ser amado por Ele
. O antigo debate:
Uma vez salvo, sempre salvo
ainda perdure, permanece para mim um grande mist
rio e traz certa tristeza. Temos demonstrado extensivamente, porque acreditamos simplesmente que o crist
o possa perder a salva
o, veja
Safe & Sound (S
o e Salvo)
[www.thegraceproject.com
clicar em interactive]. O prop
sito deste artigo
reafirmar o que para n
s corresponde
verdade auto-evidente. Talvez o que seja dif
cil de digerir seria o termo
Uma vez salvo, sempre salvo
. A b
blia nunca fez uso deste termo, portanto temos que tomar cuidado ao us
-lo. A cautela de usar este termo
devida ao fato de este debate ter sido levado a
mbitos esot
ricos e radicais, ao contrario de se respaldar nas
guas mansas da l
gica b
blica, um princ
pio fundamental: Justifica
o pela F
. De acordo com o nosso entendimento, existem quatro conceitos principais que podemos citar:
Uma vez salvo,
poss
vel perder-se;
Uma vez salvo, sempre salvo... se perseverarmos at
o fim;
Se salvo, sempre salvo;
Uma vez salvo, sempre salvo. Em vista, chegamos a uma pergunta vital
acredita que ap
s uma pessoa vir a ter o conhecimento da salva
o de Cristo,
poss
vel que tal pessoa em algum dia possa ir para o Lago de Fogo?
Nossa resposta para isto seria um categ
rico
O, isto n
poss
vel!
Neste artigo apresentamos algumas das raz
es pelas quais cremos que argumentos contr
rios sejam dif
ceis de sustentar. Algumas quest
es diagn
sticas podem ajudar-nos nesta quest
o: 1. Quando vc foi salvo, vc respondeu a um deus que recompensa o justo ou um Deus que justifica o pecador? 2. A salva
(a) uma obra de Deus ou (b) uma obra do homem? 3. Quem
respons
vel pela salva
o? Tr
s alternativas: (i) Toda de Deus e nenhuma de mim; (ii) Parte de Deus e parte de mim; (iii) Toda de mim e nenhuma de Deus. 4. A Salva
: (i) Por Homens e nao por Deus ? (ii) Parte por homens e parte por Deus? (iii) Toda por Deus e n
o por homens? A Grande maioria de n
o hesitaria em escolher a alternativa (iii) onde a salva
toda por Deus e n
o por homens
. Por
m, a quest
o relevante
de quem
a responsabilidade de manter a salva
, para a qual n
s respondemos inequivocamente,
de Deus
. Salva
o dom que n
o merec
amos e que n
o podemos perder. Uma armadilha comum em que ca
mos, quando confrontados neste debate,
se perguntar:
e aquela pessoa, que se diz salva, torna-se um serial killer e come
a a difamar que n
o existe Deus?
A quest
o principal relativa
salva
o comportamento da pessoa, mas o car
ter de Deus e a qualidade da salva
o que Ele d
. Quest
o Quando vc foi salvo, vc respondeu a um deus que recompensa o justo ou um Deus que justifica o pecador?
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