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Uma Introdu
o na uni
o do crist
o com Cristo.
Regozijo-me agora no que pade
o por v
s, e na minha carne cumpro o resto das afli
es de Cristo, pelo seu corpo, que
a igreja; Da qual eu estou feito ministro segundo a dispensa
o de Deus, que me foi concedida para convosco, para cumprir a palavra de Deus; O mist
rio que esteve oculto desde todos os s
culos, e em todas as gera
es, e que agora foi manifesto aos seus santos; Aos quais Deus quis fazer conhecer quais s
o as riquezas da gl
ria deste mist
rio entre os gentios, que
Cristo em v
s, esperan
a da gl
. [Col 1:24-27]
um Mist
rio
De maneira introdut
ria a este artigo, pareceu-me apropriado incluir um breve coment
rio sobre a natureza deste evangelho misterioso. At
este ponto, somente alguns coment
rios preliminares poder
o descrever a base do que h
de seguir. No conceito Paulino da palavra myst
rion, mist
rio aparece somente 21 vezes. Liter
rios definem a palavra mist
rio da seguinte maneira:
A palavra mist
rio, em tempos modernos, significa uma sublime e incerta verdade que
admirada, mas somente parcialmente entendida. A palavra grega myst
rion, por
m, descreve qualquer realidade divina ou celestial, considerada secreta ou escondida e somente pode ser conhecida quando revelado pelos deuses
. Paulo afirma que a natureza deste mist
rio esta relacionada a um ato decisivo que afetou os gentios [e todos os crentes], sendo este, que Cristo habita neles. Desta forma, ele considera sua comiss
o, proclam
-lO e levar todos
maturidade -
medida da estatura completa de Cristo [Efesios 4;13]. Com certa escassez, fora do comum, Paulo define o mist
rio em 3 palavras:
Cristo em voc
. A revela
o de Paulo
a verdade mais profunda que se pode imaginar e sem ela a vida crist
se torna imposs
vel e insuport
vel. No entanto, se reconhecida e aceita, torna-se o modo de vida al
m de nossa imagina
o. Este artigo busca explicar o mist
rio e explorar seu prop
sito. No entanto, leitores interessados devem dirigir-se a outros artigos relacionados a este assunto, mais notavelmente
Enganados
ndrome do Falso-Eu
. Veja www.thegraceproject.com. Muitos t
tulos foram dados para expressar o mist
rio de Paulo,
Cristo em voc
, alguns denominam-o
A vida Profunda
, outros usam o termo
A Vida Superior
, outros
Vida Interior
. Hudson Taylor denomina de
Vida Substitu
, sendo que outros simplesmente chamam de
. Todos estas defini
es s
o bastante
teis, por
m, creio que para balancear prefiro a defini
o de Norman Grubb deste mist
rio que
Vida em Uni
. Tenho me reclinado nesta defini
o para entitular este artigo de
Homem Unido
. Cristo menciona a uni
o do crist
o com Ele mesmo, sendo que registra isto atrav
s de sua incr
vel ora
o no evangelho misterioso de Jo
o, quando diz:
o rogo somente por estes, mas tamb
m por aqueles que pela sua palavra h
o de crer em mim; para que todos sejam um, como tu,
Pai, o
s em mim, e eu em ti; que tamb
m eles sejam um em n
s, para que o mundo creia que tu me enviaste. E eu dei-lhes a gl
ria que a mim me deste, para que sejam um, como n
s somos um. Eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo conhe
a que tu me enviaste a mim, e que os tens amado a eles como me tens amado a mim
. [Jo
o 17:20-23] A Vida
um Misterio Voc
ja se perguntou
Quem sou eu
muitos de n
s perguntamos. Ademais, muitos crist
os vivem com a culpa que deriva de um sentimento paralisante de que n
o somos quem dever
amos ser. Conseqüentemente, vivemos a nossa vida presa num ciclo de performance que gira em torno de comprometimento, fracasso, condena
o, confiss
o e re-dedica
o. A prega
o evang
lica deixa-nos presos na corda bamba da contradi
o aparente entre
imagem
identidade
. A pessoa que aparento ser, e a pessoa que na realidade sou. Socrates disse que
a grandeza
estar na realidade do que aparentamos ser
, e isto
comumente utilizado pelos injustos e auto-justos. No entanto, para os Cristo-justos, isto
exatamente a anti-tese da uni
o, onde a grandeza [que neste paradigma deve ser redefinido como
viver centrado em outros
exatamente aceitar como realidade, que n
s somos precisamente quem N
O aparentamos ser. Pessoalmente falando, o paradoxo aparente da uni
o tem sido grandemente dif
cil de ser aceito. Tornar-se e viver fora da realidade de que, sou o que Deus diz que sou, independente de como me sinto,
uma quest
o al
m do intelecto, correspondendo como an
lise final
uma quest
o de revela
o. Antes de confrontarmos a quest
que cremos que somos o que Ele diz que somos?
, dever
amos primeiramente perguntar,
O que Ele diz que somos?
. Antes de respondermos deixe-me reafirmar que para o bem, ou para o mal, ou mesmo rico ou pobre, para pior ou melhor, n
O PODEMOS ser ningu
m al
m do que Deus diz que somos. Quem Deus diz que somos? Antes de entender esta uni
o, foi mais facil acreditar que em nenhum momento poderia ser a pessoa que Deus queria que fosse - perfeito [Mateus 5:48]. Apesar de tudo, torna-me nesta pessoa que nunca poderia ser, era o alvo da minha vida crist
. Santifica
o, sendo esta
Miss
o Imposs
, era o alvo que estava determinado a alcan
ar. Apesar de saber que meus esfor
os estavam destinados ao fracasso, ainda assim iria para o c
u, por crer em Jesus, pois sabia que meu crit
rio de salva
o era
perfei
o sem pecado
. Meu vers
culo favorito era I Jo
o 3:2.
Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda n
manifestado o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como
o veremos
. Eu entendi que isto era uma refer
ncia
segunda vinda, mas ent
o percebi que Jo
o estava dirigindo-se aos
filhinhos
[I Jo
o 3:7], um grupo que havia anteriormente identificado [I Jo
o 2:12-14]. Estes eram os beb
s espirituais; aqueles que sabiam t
o somente que seus pecados haviam sido perdoados, por
m, aqueles a quem ele chama de jovens e pais, maduros ou mais atentos, sabiam que
qual Ele
, somos n
s tamb
m neste mundo
[I Jo
o 4:17]. De repente esta explos
o de
tornou-se claro, e podia ver que
quando Ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como
O veremos
, e Ele esta em mim, expressando-se como eu. I Jo
o 3:2 n
o estava se referindo a sua volta, mas
minha
vinda
(ou chegada)
maturidade. Imaginem, para minha surpresa, quando comecei a entender que eu j
era a pessoa que eu estava tentando ser. Como produto de uma educa
o Jesu
ta, havia me acostumado a ler relat
rios sobre mim que diziam:
Paul
uma crian
a brilhante, mas poderia ser bem melhor, deve se esfor
ar mais
. O que deveria fazer a respeito da afirma
o de Deus que sou, n
o o que vou ser, poderia ser se me esfor
asse mais, mas sou:
Perfeito
Hb 10:14
A justi
a de Deus em Cristo
II Cor 5:21
Santo
sios 1:4; Col 1:22
Participantes da natureza divina
II Pedro 1:4
Uma Nova Criatura
II Cor 5:17
Perfeito e completos nEle
Col 2:10
Qual ele
, somos n
s tamb
m neste mundo
I Jo
o 4:17
Inculp
veis
Col 1:22
Irrepreens
vel
Efesios 1:4
Assentado nas regi
es celestiais
Efesios 2:6
Contenedores da plenitude de Cristo
Col 2:9 Escolhas da Vida
Acreditar ou n
o acreditar A lista anterior esta longe de ser apurada e completa e tendo isto em vista, somos confrontados com duas escolhas: [a] crer, ou [b] n
o crer.
papel do Esp
rito Santo convencer ambos, crist
os ou n
o-crist
os a crer ou n
o. No caso do perdido, convencer sua incredulidade referente a, Cristo se tornar pecado por eles [Jo
o 16:8-10]; e no caso do salvo convenc
-lo de se tornar a justi
a de Cristo [2 Cor 5:21]. Se a primeira obra do Esp
rito
convencer o incr
dulo a respeito de sua incredulidade em Cristo, ent
o a segunda obra
convencer o crente a respeito de sua incredulidade em sua Cristo-justi
a. N
o pode haver progresso na vida crist
sem ter a revela
o mais b
sica e fundamental. Do mesmo modo que aceitamos por f
[indiscutivelmente] que Ele [Jesus] se tornou como n
s, ou seja, a imagem do homem carnal pecaminoso, temos que aceitar por f
, que o prop
sito de sua condescend
ncia [obedi
ncia] era, que nos tornemos como Ele
, divino. Sob qualquer inst
ncia, mesmo acreditando ou n
o se isto
verdadeiro, n
o altera o fato de ser verdadeiro. Se o Grande Eu Sou diz que Sou, ent
o Eu Sou. Duvidar disto
chamar Deus de mentiroso. Ent
o crente; voc
acredita ser quem Deus diz que voc
? Atrav
s do prisma da uni
o, ao inv
s da pris
o da performance, posso ver que santifica
simplesmente reconhecimento. N
uma retifica
o progressiva do comportamento de algu
m, mas um reconhecimento progressivo de sua nova identidade. O que em meus anos formativos era a pedra angular do discipulado crist
o, sendo santifica
o, um processo de se tornar santo, foi substitu
do por um conceito de uni
o, que
reconhecer que SOU SANTO. Posso ter certeza de que realmente sou justo? A b
blia me diz que como crist
o, sou Um esp
rito com Ele [I Cor 6:17] que sou habitado por Cristo [Col 1:27] e que n
o sou mais eu quem vivo mas Cristo vive EM mim [Gal 2:20], COMO eu e POR mim [Atos 17:28; Col 3:4]. O essencial e verdadeiro eu,
JESUS. Existe uma fala no filme Matrix Reloaded, onde Morpheus, em resposta ao protesto
Nem todo mundo acredita o que voc
acredita
, ele diz:
A maravilha disto tudo
que n
necess
rio voc
acreditar para ser verdade
. Assim tamb
com a uni
o, quer voc
, como crist
o, acredite ou n
o, ainda assim
verdadeiro. Agora, apesar de n
o requerer voc
acreditar ou n
o para ser verdade, voc
precisa acreditar para que voc
possa viver no poder desta uni
o. Como crist
o, [e se voc
o acredita nisto, em que voc
acredita...], voc
, como os perdidos, tem uma escolha. Ou: 1-Escolhe acreditar quem Ele diz que voc
, possuir e simplesmente SER, ou 2-ver isto como coisas que PODERIA ser, ou DEVERIA e espera se TORNAR. Os resultados n
o poderiam ser mais contrastantes. De um lado obras justas que derivam de descanso
frutos que s
o produtos da natureza que Ele reproduz em n
s, podendo assim desfrutar dos benef
cios do relacionamento ramo/videira com Ele [Jo
o 15:5]; sendo que de outro lado temos obras PARA justi
a que resultam em
frutos para a morte
[Rm 7:5], desilus
o e esgotamento espiritual. Se escolhermos o
ltimo ent
o, inevitavelmente, estaremos nos enfraquecendo na mis
ria de uma vida dedicada em cultivar a apar
ncia divina, sem obter o poder da mesma. Cada um de n
s vive dentro do poder de nossas escolhas e limites. Ou permitimos Deus agir sem limites, liberando e reproduzindo sua apar
ncia em voc
, ou esteja limitado, tentando reproduzir a natureza e apar
ncia dEle atrav
s de sua carne. Torna-se imposs
vel imaginar que, diante destas op
es, algu
m possa escolher imitar ao inv
s de participar. No entanto, para a maioria dos crist
os, estes, vieram a entender e aceitar que a
vida crist
algo diferente da
vida de Cristo
. Nisto, ouso-me a dizer que corresponde a um falso cristianismo, ou como Paulo cita,
um outro evangelho, que n
evangelho
. [Gal 1:6]. Para a maioria dos crist
os o mist
rio da Nova Alian
a permanece em segredo. Conseqüentemente, na aus
ncia deste, milh
es de crist
os encontram-se semana ap
s semana, re-dedicando-se e re-compromissando suas vidas na busca f
til de se tornar quem na realidade j
o. Torna-se agonizante perceber que a vasta maioria esta dissipando a oportunidade de entrar em Seu descanso. Tragicamente muitos de n
s nunca descobrimos que entre o hist
rico Jesus que foi, e o futur
stico Jesus que vir
, esta o Jesus que habita e reside e que
! Realizando atrav
s e como n
s, seu prop
sito eterno de ter um corpo corporativo conforme sua semelhan
a, que sustentaria sua imagem, e, investindo Sua autoridade, teria dom
nio sobre Sua terra. [Ef 3:11] Estes prop
sitos foram revelados primeiramente em G
nesis, sendo este derrotado pelo primeiro Ad
o e restaurado por Jesus Cristo,
ltimo Ad
o [I Cor 15:45], Deus fez em apar
ncia carnal [Fp 2:6-7]. E, portanto Ele permanece este homem, apesar de ressurreto e ascendido, n
o mais encarnado entre n
s, mas habitando, em n
s, como n
s [Col 1:27]. A Conseqü
ncia da Uni
o Portanto, atrav
s do mist
rio da uni
o nos tornamos a imagem do Deus invis
vel. Fomos re-feitos na IMAGEM e semelhan
a de Deus e como pessoas reais, ao inv
s de pessoas falsas que uma vez fomos, quando
ramos filhos da ira [Ef 2:3], agora participantes da natureza divina [II Pd 1:4] somos vasos contendo e condutores dEle. N
o mais separado dEle ou outro algu
m como antes [Ef 2:14], mas UM [Jo
o 17:23]. A natureza, natureza dEle, que voc
e eu agora expressamos,
fixada atrav
s de Sua escolha eterna como um amor centrado em outros [Deus n
o pode ser um amor centrado em si mesmo, pois esta
a natureza sat
nica. Deus
auto-doador. Ele existe para o benef
cio de outros], que
a ess
ncia
gape [I Jo
o 4:8], irradiando outros atrav
s de n
s [Jo
o 13:35].
medida que nos tornamos cientes de nossa uni
o com Ele, podemos seguramente dizer que somos a expressa IMAGEM e SEMELHAN
A da PESSOA de Cristo, expressando SEU amor atrav
s de n
s para outros. Em outras palavras, somos o meio condutor da IMAGEM do Deus INVISIVEL que manifesta, expressa e ministra Si mesmo
Seu mundo. Cada um de n
fortalecido e outorgado a viver pela f
em quem entendemos ser e conseqüentemente produziremos o fruto desta f
, seja ela para morte [Romanos 7:5] ou os frutos do Esp
rito [Gl 5:22-23], uma colheita ou da autojusti
a, ou da Cristo-justi
a. Muitos de n
s fomos criados numa
dieta
de que Cristo morreu para nossos pecados, sendo isto, por
m, somente metade do evangelho
o que ser
que aconteceu
outra metade, que Cristo
a nossa vida? Sem a revela
o do mist
rio
Cristo em N
que n
o sou mais eu quem vivo, mas a vida que vivo, vivo-a na f
do Filho de Deus [Gal 2:20], nunca entenderei a uni
o. N
o estarei apto a viver a
vida abundante
de Cristo [Jo
o 10:10], nunca estarei livre de condena
o [Rm 8:1], nunca serei livre para ser eu. Ao contrario, estarei consignado a uma vida sub-crist
empobrecida sem ter ci
ncia de que a todo tempo eu era Ele, em forma humana. Somos a cortesia do ultimo Ad
o, Ad
o enfim, n
o somente Ad
o novamente, mas Ad
o permanente. Tornamo-nos o Ad
o que excede nosso primog
nito, pois somos Ad
o, a cria
o unificada com o Criador
Homem Unido, unido com Deus, permitindo esta uni
o expressar-se uns aos outros, sofrendo alegremente pelo evangelho, uns pelos outros, e simplesmente sofrendo uns aos outros, e assim tendo grande gozo [Tg 1:2]. Sabendo que produzindo justi
a, amor, alegria, bondade, amizade, gentileza, paci
ncia, e dom
nio pr
prio, n
o obras da carne, mas do Esp
rito, a conseqü
ncia dEle ter doado Sua vida por voc
para que Ele pudesse d
-la a voc
, para viver a vida dEle em voc
. Permitindo assim voc
dizer,
estou h
tanto tempo convosco, e n
o me tendes conhecido, Filipe? Quem me v
a mim v
o Pai/Filho
[Jo
o 14:9].
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